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Ilê Axé Opô Ojú Omí

É com pesar que comunicamos o falecimento de uma grande sacerdotisa do culto aos Orixás: Mãe Beata de Yemanjá.

Beatriz Moreira Costa, que além de Yalorixá era escritora, atriz e artesã, nasceu no Recôncavo Baiano, no ano de 1931, e nos deixa hoje deixando um legado imensurável de muita luta em prol do povo de santo e de contribuição para o Candomblé.

Filha-de-santo da saudosa Olga do Alaketu, e Iyalorixá do Terreiro Ilê Omiojuaro, em Nova Iguaçu – Rio de Janeiro, parte desta Terra deixando-nos com lágrimas nos olhos, porém felizes de termos tido a oportunidade concedida por Olorun de convivermos com este grande ser humano.

O povo-de-santo está em luto!

OLORUN KOSI PURÊ!

Por: Rodrigo Viegas

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Para de ficar rezando e batendo o peito!

O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.

Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.

Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.

Aí é onde eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Para de me culpar da tua vida miserável:

Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.

O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.

Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho…

Não me encontrarás em nenhum livro!

Confia em mim e deixa de me pedir.

Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Para de ter tanto medo de mim.

Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo.

Eu sou puro amor.

Para de me pedir perdão.

Não há nada a perdoar.

Se Eu te fiz…

Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.

Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?

Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez?

Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade?

Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.

A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.

Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre.

Não há prêmios nem castigos.

Não há pecados nem virtudes.

Ninguém leva um placar.

Ninguém leva um registro.

Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho.

Vive como se não o houvesse.

Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir.

Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.

E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não.

Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste…

Do que mais gostaste?

O que aprendeste?

Para de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar.

Eu não quero que acredites em mim.

Quero que me sintas em ti.

Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Para de louvar-me!

Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?

Me aborrece que me louvem.

Me cansa que agradeçam.

Tu te sentes grato?

Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.

Te sentes olhado, surpreendido? …

Expressa tua alegria!

Esse é o jeito de me louvar.

Para de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.

A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas.

Para que precisas de mais milagres?

Para que tantas explicações?

Não me procures fora!

Não me acharás.

Procura-me dentro…

Aí é que estou batendo em ti.

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Baruch de Espinoza (24 de novembro de 1632, Amsterdã — 21 de fevereiro de 1677, Haia), foi um dos grandes racionalistas e filósofos do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Nasceu em Amsterdã, nos Países Baixos, no seio de uma família judaica portuguesa e é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno.

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Spinoza sem saber nos joga dentro do Ifismo/Culto de òrìşà e prega o cumprimento do nosso destino, a liberdade de escolha, a buscar ajuda nas forças da natureza e cumprir tudo aquilo que nossa filosofia prega.

Pegue sua vida e faça o melhor que puder com ela.

Epa Odù. Epá Òrìşà.

 

Todo cuidado é pouco quando se verifica o Orixá que rege uma pessoa, alguns nasceram para um Orixá, trazem até seu arquétipo, porém, se iniciam para outro, justamente aquele que se interpõe ao Orí, isso é fato. A curiosidade de todo abiyan é compreensível e também perigosa, pois podem até inconsequentemente se verem filhos do Orixá que mais lhe trás simpatia, criando assim um elo muitas vezes intransponível ao entendimento litúrgico, por isso, que sempre reforço que abiyan não tem Orixá definido. Os movimentos de odús nos levam a ter cautela, respirar duas vezes, consultar o Orunmilá através do Obi e confirmar quantas vezes forem necessárias, até mesmo em outra casa co-irmã, com seus egbomis. É respeitando o nosso Ifá intuitivo e psicológico, aliado a técnica do merindilogun e experiências vividas que podemos, sem sombras de duvidas, confirmar no caminho de iniciação, o Orixá de uma pessoa e seus enredos.

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Porque ser abian (abiyan)

Ser abian é viver a emoção de sentir a energia do seu orixá, de aprender a identificá-la e de, aos poucos, ir percebendo como ela vai se moldando a você e você a ela. É nesse período que o orixá inicia o seu processo de desenvolvimento junto ao abian e vai embutindo no mesmo muitas das suas características. É nesse momento também que o abian vai criando uma relação de afinidades com o seu orixá, que aprende a ouvi-lo de uma forma que ninguém mais consegue, pois o orixá não se comunica melhor com outra pessoa que não seja com o seu próprio filho, afinal é este quem carrega essa energia sublime e única.

Acredito que uma pessoa que antes de se iniciar na religião tenha passado por essa fase esteja mais preparada e consciente do que é a vida após a iniciação. Será uma nova vida, onde muitas vezes será necessário que se abdique de muitos momentos particulares em prol da vida religiosa, ou seja, em razão do que se acredita e do que um dia escolheu para viver, portanto, é indispensável que esteja convicta dessa escolha, pois ela mudará completamente a sua vida. Mas o que vale é que se a pessoa estiver feliz com a presença do orixá no seu cotidiano, as demais questões se ajustarão e será possível viver de forma harmoniosa em todos os aspectos.

Penso que neste momento muitos devem estar se perguntando qual é a importância de ser abian se em muitas Casas de Axé o que se vê são pessoas chegarem e pouco tempo depois serem iniciadas. Não direi que essa atitude esteja errada, mas o que vejo é que em muitos casos, após todo o ritual, surgem as dúvidas e arrependimentos, especialmente se o iniciado for uma pessoa que não conheça absolutamente nada sobre a religião antes da iniciação. Depois vêm a decepção, as desculpas para não estar presente no egbé (comunidade) nos dias de funções e tantas outras justificativas.

Uma situação muito comum são pessoas que não conhecem nada a respeito do Candomblé, mas que vão às festas e se encantam, ficando deslumbradas com as roupas, os fios de contas, com as cantigas, o som dos atabaques, as danças e, principalmente, a presença dos orixás entre nós, e nem sequer imaginam que tudo aquilo que veem não é um show folclórico ou algo parecido. Por isso pensam que a relação de um iniciado com a sua Casa seja apenas naqueles momentos de deslumbres e de encantamentos. Não têm noção que essa é uma relação que deve perdurar por toda uma vida, pois criam-se laços com o seu orixá e com todas as pessoas que fazem parte dessa Casa, ou seja, o iniciado terá uma nova família e dentro dela terá uma série de obrigações. Sendo assim, é indispensável que toda e qualquer pessoa que deseja se iniciar passe a frequentar uma Casa primeiramente como abian, porque será nesse período que ela aprenderá bastante sobre a religião, verá como funciona o dia a dia da Casa, além de ter a oportunidade de, durante esse tempo, refletir sobre o que de fato ela deseja.

É importante que todos que um dia pensem em fazer parte do Candomblé se informem, conheçam e entendam o que é a religião, que busquem Casas tradicionais e sacerdotes sérios e comprometidos para que não haja, posteriormente, dúvidas e decepções que poderiam ser evitadas se houvessem esses esclarecimentos prévios, pois o Candomblé é fé e amor aos Orixás, mas também é compromisso, disciplina e responsabilidade para com os mesmos e com toda a comunidade.

Por isso reitero que é sendo abian que se aprende muito sobre o seu orixá, sobre o sentido do que é o respeito à hierarquia, disciplina, humildade, dentre tantos outros conceitos, muitos deles já perdidos na nossa sociedade. Esse período é essencial para que a pessoa perceba se será nessa Casa que desejará continuar e um dia se iniciar para o seu orixá. É preciso que se tenham todos esses pontos esclarecidos e bem definidos porque a partir da iniciação as responsabilidades e o vínculo com a Casa mudarão completamente, o que até então não existiam com tanto rigor enquanto era apenas abian. Por esse motivo volto a frisar a importância de se entender a religião sobre o olhar de abian, porque nesse momento é possível desmistificar muitas questões, além de ter a possibilidade de conhecer a si mesmo mais intimamente.

O Candomblé é uma filosofia de vida, sendo assim, quando uma pessoa decide fazer parte dele de forma consciente e compromissada por amor aos orixás, ela naturalmente viverá bem e feliz. Mas deixo bem claro aqui que viver na religião e para a religião não será sempre um mar de rosas, pois ser do Candomblé requer que nós trabalhemos diariamente o respeito, a humildade e, especialmente, a paciência, pois em muitos momentos ouviremos e veremos o que não nos agradará e ainda assim teremos que seguir em frente, buscando a sabedoria para compreender o porquê de cada situação e/ou atitude de pessoas dentro da Casa de Axé tendo bem claro um ponto fundamental, qual seja, o caminho que nós pretendemos trilhar dentro da religião. Muitas vezes chego a pensar que para sermos do Axé é necessário que sejamos “casca grossa”, pois senão não suportaremos passar por certas situações que ocorrem no nosso dia a dia no egbé.

O que precisa ficar bem claro para todos é que vivenciar o cotidiano de uma Casa de Axé não é muito diferente do que vivenciamos nas nossas famílias biológicas. Nestas, nós temos pessoas com personalidades totalmente distintas e que com o passar do tempo vamos nos adaptando para que possa haver uma convivência pacífica. Uma grande diferença que existe entre a nossa família biológica com a do Axé é que na comunidade religiosa, além de ser necessário que você se adapte às diversas pessoas que ali estejam, é mais do que preciso que você não se esqueça da adaptação mais importante, ou seja, a sua à Casa em que você se encontra, às pessoas que façam parte dela e, principalmente ao seu orixá, afinal, sentir-se parte integrante da comunidade facilitará o seu caminhar nessa estrada que é longa e de um eterno aprendizado. Por isso costumo dizer que ser abian é enamorar-se pelo seu orixá, é conhecê-lo mais profundamente e criar laços cada dia mais íntimos. Acredito que esse seja o segredo para que você seja um bom abian hoje e futuramente um bom yawô e, posteriormente, um egbomi. Além disso não devemos esquecer o quão importante é a presença dos abians nas Casas de Axé, afinal é impossível pensarmos no Candomblé sem renovação, sem novas gerações para a manutenção do mesmo. Uma Casa sem abians é uma Casa sem perspectivas de futuro.

E para finalizar, deixo claro que ser do Candomblé é renascer para uma nova vida, esta que será privada de muitos momentos particulares, mas que te trará tantos outros importantes e inesquecíveis de alegrias, tristezas e, acima de tudo, de reflexões para que você seja um ser humano melhor.

Cátia Silva-Blog Ori

Tamoio - EDUCADOR

Hoje se comemora em todo o Brasil o Dia do Índio. A comemoração faz homenagem a uma ampla diversidade de povos que tiveram papel fundamental na formação cultural e étnica da população brasileira. Eles já viviam aqui muito tempo antes dos colonizadores europeus e dos escravos africanos. A população indígena desenvolveu uma rica cultura formada por diversos costumes, línguas e saberes que ainda se mostram vivos no interior da sociedade brasileira.

Segundo algumas pesquisas, os primeiros grupos humanos que aqui chegaram eram provavelmente oriundos de regiões da Ásia e da Oceania. Com o passar dos séculos, essas populações pré-históricas se espalharam pela América e, consequentemente, deram origem a uma infinidade de civilizações e culturas. Somente no século XX, algumas políticas começaram a ser implantadas no sentido de promover a integração dos índios à sociedade brasileira.

Atualmente, vários dispositivos legais procuram garantir uma série de diretos aos povos indígenas do Brasil.

Ponto de vista: Nelson Freire

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Morre, em Salvador, a egbomi ‘Tieta de Iemanjá’, do Terreiro Casa Branca

Morreu no sábado (8), em Salvador, Antonieta da Anunciação Matos, a “Egbomi Tieta de Iemanjá”, como era conhecida, do Terreiro de Candomblé Ilê Axé Iyá Nassô, a Casa Branca. O templo é considerado um dos mais antigos terreiros do país e berço de vários outros tradicionais da capital baiana. O sepultamento da religiosa foi realizado na tarde deste domingo (9), no Cemitério Campo Santo.

Segundo informações de pessoas ligadas ao terreiro, a idosa esteve internada com quadro de saúde debilitado, mas a causa da morte não foi confirmada. Tieta de Iemanjá atualmente liderava a Casa Branca devido ao afastamento da Yalorixá Mãe Tatá, por problemas de saúde.

O Terreiro da Casa Branca é considerado um dos mais antigos do país, conforme explica o antropólogo baiano Ordep Serra. “Ele é uma grande matriz de centenas espalhados pelo Brasil inteiro”. De acordo com o professor, religiosos iniciados na Casa Branca foram as pessoas que deram origem a terreiros famosos e tradicionais de Salvador, como o Ilê Axé Opô Afonjá e o Gantois.

O primeiro terreiro do Brasil tombado pelo Iphan foi o da Casa Branca, em 1984. Situado em uma área de aproximadamente 6.800 metros quadrados, com edificações, árvores e objetos sagrados, o templo fica na Avenida Vasco da Gama, em Salvador.

O Ilê Axé Iyá Nassô Oká é uma instituição religiosa de culto ao Orixá que tem como principal objetivo a preservação das tradições nagô deixadas pelos africanos que a fundaram. O nome da casa é uma referência à sacerdotisa da corte do Alafin de Oyó.

 Ọmọ Ợbatálá

Dentro de Ifá e as observações de seus Awo, o verso/Itọn, abaixo, tem muito mais a mostrar do que apenas a dificuldade em acalmar Ợbatálá (Oşàlá).

A intenção nesse caso é mostrar o quanto é difícil para um ser humano tentar reaver a confiança e o perdão das divindades, principalmente Ợbatálá (Oşàlá) e podemos inclusive levar essa característica para os seus iniciados.

Pessoas difíceis de perdoarem, pessoas exigentes com conduta e comportamento social, mesmo que não estejam sendo observadas.

Fica o ensinamento que essas pessoas nascidas para equilibrarem as relações, a família, os embates e mesmo as brigas, devem ser respeitadas pelo seu senso de justiça e equilíbrio.

Mas, por favor, não levantem a ira de Ợbatálá e nem de seus iniciados.

É o inferno na Terra.

Um verso de Ògúndá mèjì diz:

Abe-Sekete era o filho de Ògún. Ele estava muito próximo a Ợbàtálá, que por sua vez era muito carinhoso com Abe. Não havia lugar que Ợbàtálá não fosse que não levasse Abe com ele. Muitas pessoas achavam que Abe era filho biológico de Ợbàtálá. Não havia nada na vida de Ợbàtálá que Abe não soubesse.

No entanto, um dia Ợbàtálá se casou com uma mulher jovem, essa mulher era muito atraente e tinha uma atitude submissa. Ela era carinhosa com Abe e por isso, Ợbàtálá estava muito satisfeito. Sempre que Ợbàtálá não estava presente, ele costumava enviar Abe a sua casa para fazer companhia a sua esposa e cuidar de suas necessidades. Abe fazia isso com entusiasmo. Sem Ợbàtálá saber, eles dois haviam desenvolvido uma infame luxuria um pelo outro e Abe começou a trair Ợbàtálá ao dormir constantemente com a mulher. Enquanto isso acontecia Ợbàtálá não desconfiava de nada. Logo a situação chegou a um ponto em que eles se mostraram imprudentes e descuidados. Um dia Ợbàtálá foi a uma reunião, era esperado que ele chegasse tarde da reunião, enquanto na reunião, Ợbàtálá se deu conta que havia esquecido algo em casa e ele pediu permissão para ir busca-la, quando ele chegou a residência e abriu a porta e encontrou Abe e sua esposa no auge da paixão. Ele ficou totalmente triste e desiludido por Abe o ter traído dessa forma. Ele disse a Abe que nunca mais voltaria de novo a ter relações com ele e que ele estava cortando todo e qualquer contato com Abe. Ele pegou o que tinha vindo buscar e regressou a reunião. Abe estava extremamente envergonhado de si mesmo. Ele retornou para casa como um homem preocupado, triste, assustado e solitário. Ele começou a planejar o que fazer para buscar os favores de Ợbàtálá novamente.

A jovem esposa empacotou suas coisas e fugiu antes do retorno de Ợbàtálá da reunião e ela não foi vista novamente.

Abe-Sekete esperou por 17 dias e começou suplicar a Ợbàtálá. Ợbàtálá recusava aceita-lo em sua presença e nem sequer escutava o que Abe tinha a dizer. Ele repetiu sua visita à casa de Ợbàtálá por vários dias, porém, ele sempre era expulso. Ao final, ele decidiu ir buscar pessoas influentes que estariam seguras que Ợbàtálá não poderia ignorar interceder a seu favor.

Abe foi implorar a Sakí em Ekiti

E foi implorar a Erìnmì das terras de Owo

Ele foi implorar a Antete das terras de Ìkòyí

Mesmo assim Ợbàtálá recusou

Ele declarou que ele nunca mais teria qualquer contato com Abe

Quando Abe usou tudo que ele sabia para amenizar a situação com Ợbàtálá, não houve resultado positivo. Ele viajou à Ado Ekiti e rogou a Saki, um dos confidentes mais próximos de Ợbàtálá para que lhe ajudasse a apelar a Ợbàtálá. Saki foi e suplicou por vários dias, porém, Ợbàtálá recusou escuta-lo.

O passo seguinte foi viajar as terras Owo para implorar junto a Erìnmì de Owo, alguém altamente respeitado e Chefe de Owo, além de ser um amigo íntimo de Ợbàtálá, ele queria ser ajudado junto a Ợbàtálá. Erìnmì de Owo e Ợbàtálá tinham uma estima mutua, eles nunca desejaram ofender um ao outro por causa de qualquer assunto. Erìnmì de Owo viajou todo o caminho a Ìrànjé-Ile onde vivia Ợbàtálá e implorou a seu amigo por vários dias, mesmo assim Ợbàtálá recusou firmemente mudar seus pensamentos sobre Abe-Sekete.

Abe-Sekete novamente foi a cidade de Ìkòyí e implorou a Antete para que o ajudasse a apelar junto a Ợbàtálá para que perdoasse sua ofensa. Antete era uma personalidade altamente influente na comunidade. Sua reputação viajou para longe e chegou a todas as partes e alcançou todas as partes das terras yorùbá e além. Ele era um amigo íntimo de Ợbàtálá. Atente viajou a Ìrànjé-Ile e implorou a Ợbàtálá por vários dias, ele se recusou a mudar de opinião.

Depois que todas essas pessoas fracassaram em mudar a opinião de Ợbàtálá, Abe Sekete lhes agradeceu e decidiu tratar por outros meios e apelar para Ợbàtálá. Ele sentiu que Ợbàtálá se recusava a ouvir suas apelações, por que ele o havia traído terrivelmente e Ợbàtálá sentiu tudo em seu amago. Abe sentiu que quanto maior o amor, maior a inimizade que envolvia a situação. Ele decidiu mandar outras pessoas.

Abe foi implorar a complexidade negra do Agbe

O filho de Olókun Seniade, a divindade dos oceanos

E foi implorar ao vermelho Àlùkò

O filho de Olòòşà, a divindade das lagoas.

Mesmo assim, Ợbàtálá recusou.

Ele novamente jurou nunca mais ter contato com Abe

No curso de tentar reconciliar-se com Ợbàtálá, Abe viajou até a margem do oceano para implorar a Ọlọkún e pedir que ele enviasse seu filho, Agbe-dudu para que ele o ajudasse a implorar a Ợbàtálá que o perdoasse em sua ofensa. Ọlọkún enviou Agbe-dudu que viajou a Ìrànjé-Ile com Abe. Agbe dudu suplicou a Ợbàtálá por vários dias em favor de Abe, em nome de seu pai Olókun Seniade, porém Ợbàtálá recusou ouvi-lo. Logo Abe foi a Olòòşà, a divindade da lagoa, para implorar que mandasse seu filho Aluko-Dòdòòdò, para que o ajudasse a implorar junto a Ợbàtálá, para que o perdoasse em sua ofensa. Ela concordou, Aluko-Dòdòòdò implorou junto a Ợbàtálá para que perdoasse Abe, Ợbàtálá se recusou a ouvi-lo. Ợbàtálá novamente jurou que nunca mais perdoaria Abe pelo o que ele fez.

Quando Abe viu que todas essas personalidades de alta patente, respeitadas e influentes não conseguiram mudar o pensamento de Ợbàtálá, Abe decidiu ir solicitar a ajuda de Ọrúnmìlà. Ele agora viajou para Ile-Ife para implorar a Ọrúnmìlà que o ajudasse. Ọrúnmìlà consultou Ifá e Ògúndá mèjì foi revelado.

A Abe foi dada o seguinte conselho, ofereça ebo.

Ele obedeceu imediatamente. Depois disso Ọrúnmìlà foi procurar um pouco de vegetais èbùrẹ e saiu para a casa de Ợbàtálá em Ìrànjé-Ile.

Abe então, recorreu a si mesmo

E foi buscar ajuda de Ọrúnmìlà

Quando Ọrúnmìlà estava indo

Ele pegou um ramo de vegetal Èbùrẹ

Porém, Ợbàtálá era reconhecido por sua cuidadosa observação e dedução do que estava acontecendo

Edun-Beleje, o macaco esbelto, que era filho da divindade da floresta, estava atuando como chefe de companhia de Ợbàtálá.

Quando Ọrúnmìlà está prestes a chegar à casa de Ợbàtálá

Ợbàtálá estava dormindo

Ọrúnmìlà gritou as saudações

Edun-Beleje, o filho de Olu-Igbo disse que Ợbàtálá não havia acordado

Eles perguntaram por que?

Ọrúnmìlà disse que Saki já havia despertado em Ado-Ekiti

E Erìnmì já havia acordado nas terras de Owo

E Antete já havia acordado nas terras Ìkòyí

E Agbe-dudu já havia acordado na margem do oceano

Enquanto Aluko-Dòdòòdò já havia acordado nas margens da lagoa

Quando Ọrúnmìlà estava prestes a chegar a Ìrànjé-Ile, a casa de Ợbàtálá, Ợbàtálá que tinha a reputação de ser altamente dotado na área de fazer cuidadosas observações e deduções cuidadosas, que era o que estava a ponto de acontecer no futuro, já que tinha observado que alguém maior que todas as nações, maior que todas as pessoas tinha sido enviado por Abe e estava se aproximando de sua casa, portanto, ele mesmo se induziu ao sono e deixou uma mensagem com Edun Beleje, para informar a quem chegasse que ele estava dormindo. Quando Ọrúnmìlà chegou, Edun Beleje disse que Ợbàtálá ainda não tinha se levantado. Ọrúnmìlà disse que o acordaria imediatamente. Quando lhe perguntaram por que, Ọrúnmìlà disse que Saki de Ado, Erìnmì de Owo, Antete de Ìkòyí, Agbe-dudo o filho de Ọlọkún e Aluko-dòdo o filho de Olòòşà já haviam despertado. Não havia razão portanto para Ợbàtálá não acordar nesse momento.

Quando Ọrúnmìlà escutou que Ợbàtálá estava dormindo, ele disse que a pessoa que ele tinha vindo ver estava em casa, ele ordenou que Ợbàtálá deveria se levantar de seu sono. Quando ele perguntou por que, ele deu as razões do por que Ợbàtálá deveria despertar. Ợbàtálá despertou, porém, insistiu em não abrir a porta para Ọrúnmìlà entrar em sua casa.

Ọrúnmìlà ordenou a Ợbàtálá que abrisse a porta para ele, quando ele perguntou por que, Ọrúnmìlà disse que era a pálpebra que abre a porta dos olhos, é a parte de baixo que indica o trabalho que abre a porta do parto para um novo recém-nascido. Ele disse que, a menos que essas declarações não fossem verdadeiras, então, Ợbàtálá não deveria abrir a porta, mas, se suas declarações eram um fato, ele deveria abrir a porta imediatamente.

Ợbàtálá, então, abriu a porta

Ele disse que ainda que a porta fosse aberta

Ele nunca mostraria o rosto para Ọrúnmìlà

Ọrúnmìlà disse que ele mostraria o rosto a ele (Ọrúnmìlà)

Quando ele perguntou, por que

Ele disse que as solas dos pés não conhecem o caminho de volta

A unha não vira as costas para o dedo.

A unha do dedão do pé não dá as costas ao mesmo dedo

Aquele que alivia seus intestinos em um monte, não dá as costas para o monte.

Quando Ợbàtálá escutou o que Ọrúnmìlà disse quando chegou, ele supôs que estas eram declarações de fato, ele, portanto, abriu a porta de má vontade. Quando a porta se abriu, ele insistiu que Ọrúnmìlà não veria seu rosto para discutir nada, sobre qualquer assunto. Ọrúnmìlà ordenou que ele o olhasse, quando ele perguntou por que, Ọrúnmìlà declarou que o pé não dava as costas ao caminho, a unha não dava as costas ao dedo e a unha do dedão do pé não dava as costas ao mesmo dedo, a pessoa que esvazia seus intestinos no monte, não pode dar as costas ao monte. Ọrúnmìlà declarou que se todas essas declarações fossem verdadeiras, então Ợbàtálá deveria voltar seu rosto em favor de Abe-Sekete, pelo qual ele tinha vindo.

Ợbàtálá, então, voltou seu rosto para Ọrúnmìlà.

Ele disse que embora ele o tenha encarado

Ele nunca sorriria sobre esse assunto

Ọrúnmìlà ordenou que Ợbàtálá sorrisse sobre o assunto

Quando ele perguntou por que

Ele declarou que uma viúva se conhece por seus sorrisos consoladores

Uma mulher obscena se conhece por sua estupidez, porém, tem tentadores sorrisos

Sorrisos estupidamente tentadores são a marca de uma prostituta

É com sorriso que as pessoas acendem o fogo, para preparar a bebida

E é com sorriso que a inundação se torna uma torrente

Quando a árvore do algodão produz sua lã

É com sorriso que o fazendeiro faz a colheita

Quando Ợbàtálá eventualmente voltou seu rosto para Ọrúnmìlà para uma conversa cara a cara sobre o assunto de Abe Sekete, Ợbàtálá declarou que não importava o que Ọrúnmìlà diria, ele nunca ficaria satisfeito para chegar ao ponto de sorrir sobre o assunto. Ọrúnmìlà ordenou que ele sorrisse, quando ele perguntou por que, Ọrúnmìlà disse que uma mulher a quem seu esposo recentemente tivesse morrido, ele somente sorriria para consolar a ela mesma e para consolar os outros e dizer que não é o fim da vida, uma prostituta usa seus estrupidos, porém, tentadores sorrisos para convidar seus clientes e a qualquer outro pedestre, os preparadores de bebidas sorriem ao acender o fofo para produzi-las, a inundação sorri quando se junta a torrente e quando a lã do algodão germina e se abre, o fazendeiro as colhe com sorrisos. Ọrúnmìlà declarou que se tudo isso que ele falou não eram fatos, então, Ợbàtálá estava livre para não sorrir sobre o assunto, por outro lado, se as declarações fossem verdadeiras, então, Ợbàtálá não teria outra opção que não fosse sorrir sobre o assunto de Abe-Sekete.

Ợbàtálá então sorriu

Ele declarou que mesmo que tenha sorrido

O assunto não havia deixado sua mente completamente

Ọrúnmìlà ordenou que o assunto deveria ser removido completamente de sua mente

Quando ele perguntou por que

Ele disse que o cão sempre tenta lamber a água

Ele disse, quando o coador de bebidas liquidas se enchem de água totalmente

Quando se afunda o coador, quando sai a água desce em retirada

E quando a armadilha de pesca é submergida na água, a água será removida completamente da armadilha quando ela for removida

E se uma mulher se envolve em negócios de frutos verdes de palmeira

É bastante cansativo

Quando Ợbàtálá sorriu e insistiu que era impossível para ele tirar completamente o assunto de sua mente, Ọrúnmìlà, no entanto, ordenou que o retirasse completamente de sua mente. Quando ele perguntou por que tinha que ser assim, Ọrúnmìlà disse que o coador, quando é submergido em água, ficará cheio de água, será completamente esvaziado de água. A mesma coisa se aplica com a armadilha de pesca, ele também disse que nenhuma mulher se envolve no negócio de frutos de palma não maduras para que alguém descanse. Ele declarou que se isso não fosse verdade, então Ợbàtálá estaria livre para hospedar rancores contra Abe-Sekete. Por outro lado, se estas declarações fossem corretas, então Ợbàtálá deveria limpar completamente sua mente sobre o assunto.

Ợbàtálá declarou que mesmo que todas as coisas estivessem presas em sua mente

Porém, ele disse que nunca ficaria feliz com esse assunto

Ele disse que sua mente havia se tornado um formigueiro

E suas costas estavam cheias de agulhas

Enquanto que sua parte do meio do corpo havia se tornado uma espinha

Ọrúnmìlà declarou que verdadeiramente as coisas estavam presas em sua mente.

Sua mente deveria se voltar para as folhas Òdúndún

E suas costas deveria se voltar para as folhas Tete

Enquanto a parte do meio de seu corpo deveria se voltar par as folhas rinrin.

Quando Ợbàtálá disse à Ọrúnmìlà que o assunto havia sido removido completamente de sua mente, ele no entanto, declarou que ele nunca estaria feliz com Abe-Sekete novamente. Ọrúnmìlà então declarou que se o assunto foi removido completamente de sua mente, então, não havia razão pela qual ele não poderia estar feliz com Abe-Sekete, então ele estaria albergando animosidades contra ele, a qual era uma completa contradição com sua declaração de que havia perdoado completamente seu seguidor favorito. Assim foi como Ọrúnmìlà limpou a mente de Ợbàtálá sobre esse assunto e consegui que Abe-Sekete fosse perdoado desde o ponto mais profundo de sua mente.

Assim foi como Ọrúnmìlà convidou Abe-Sekete e o reconciliou com Ợbàtálá. Ọrúnmìlà lhe entregou as folhas Èbùrẹ a Abe-Sekete que a entregou a Ợbàtálá como símbolo de perdão e reconciliação.

Odù Ògúndá mèjì

Aquele que tem coador para filtrar a cerveja

A espessa planta em torno do pescoço do elefante

Elas duas, devem estar ali, juntas

Vigorosas marteladas no metal, caracterizam uma ferraria

E incessantes abanos caracterizam o grito

Para colocar o rosto contra o calor do fogo

E as costas contra o calor do Sol

Estes eram os Áwo residentes de Onitenku

Eles foram os que lançaram Ifá para Onitenku

Aquele que ofendeu e foi expulso

Eles se juntaram para lançar Ifá para Abe-Sekete

O filho de Ògún

Quando ele foi fazer amor com a esposa de Ợbàtálá

Ợbàtálá se recusou e disse que nunca mais teria relações com Abe novamente

Abe foi implorar a Saki em Ekiti

E foi implorar a Erìnmì das terras de Owo

Ele foi implorar a Antete das terras de Ìkòyí

Mesmo assim Ợbàtálá recusou

Ele declarou que ele nunca mais teria qualquer contato com Abe

Abe foi implorar a complexidade negra do Agbe

O filho de Olókun Seniade, a divindade dos oceanos

E foi implorar ao vermelho Àlùkò

O filho de Olòòşà, a divindade das lagoas

Mesmo assim, Ợbàtálá recusou

Ele novamente jurou nunca mais ter contato com Abe

Abe então, recorreu a si mesmo

E foi buscar ajuda de Ọrúnmìlà

Quando Ọrúnmìlà estava indo

Ele pegou um ramo de vegetal Èbùrẹ

Porém, Ợbàtálá, era reconhecido por sua cuidadosa observação e dedução do que estava acontecendo

Edun-Beleje, o macaco esbelto, que era filho da divindade da floresta, estava atuando como chefe de companhia de Ợbàtálá.

Quando Ọrúnmìlà está prestes a chegar à casa de Ợbàtálá

Ợbàtálá estava dormindo

Ọrúnmìlà gritou as saudações

Edun-Beleje, o filho de Olu-Igbo disse que Ợbàtálá não havia acordado

Eles perguntaram por que?

Ọrúnmìlà disse que Saki já havia despertado em Ado-Ekiti

E Erìnmì já havia acordado nas terras de Owo

E Antete já havia acordado nas terras Ìkòyí

E Agbe-dudu já havia acordado na margem do oceano

Enquanto Aluko-Dòdòòdò já havia acordado nas margens da lagoa

Òrìşànlá, portanto, levantou-se

Ele disse que tinha acordado

Porém, não abriu a porta para que Ọrúnmìlà entrasse

Ọrúnmìlà disse: Ợbàtálá, abra a porta

Por que Ipepereju,

Porque Ipepereju, a pálpebra é quem abre a porta dos olhos para ele ver.

E a parte baixa que indica o trabalho que abre a porta do parto para um novo recém-nascido.

Ợbàtálá, então, abriu a porta

Ele disse que ainda que a porta fosse aberta

Ele nunca mostraria o rosto para Ọrúnmìlà

Ọrúnmìlà disse que ele mostraria o rosto a ele (Ọrúnmìlà)

Quando ele perguntou, por que

Ele disse que as solas dos pés não conhecem o caminho de volta

A unha não vira as costas para o dedo.

A unha do dedão do pé não dá as costas ao mesmo dedo

Aquele que alivia seus intestinos em um monte, não dá as costas para o monte.

Ợbàtálá, então, voltou seu rosto para Ọrúnmìlà.

Ele disse que embora ele o tenha encarado

Ele nunca sorriria sobre esse assunto

Ọrúnmìlà ordenou que Ợbàtálá sorrisse sobre o assunto

Quando ele perguntou por que

Ele declarou que uma viúva se conhece por seus sorrisos consoladores

Uma mulher obscena se conhece por sua estupida, porém, tem tentadores sorrisos

Sorrisos estupidamente tentadores são a marca de uma prostituta

É com sorriso que as pessoas acendem o fogo, para preparar a bebida

E é com sorriso que a inundação se torna uma torrente

Quando a árvore do algodão produz sua lã

É com sorriso que o fazendeiro faz a colheita

Ợbàtálá então sorriu

Ele declarou que mesmo que tenha sorrido

O assunto não havia deixado sua mente completamente

Ọrúnmìlà ordenou que o assunto deveria ser removido completamente de sua mente

Quando ele perguntou por que

Ele disse que o cão sempre tenta lamber a água

Ele disse, quando o coador de bebidas liquidas se enchem de água totalmente

Quando se afunda o coador, quando sai a água desce em retirada

E quando a armadilha de pesca é submergida na água, a água será removida completamente da armadilha quando ela for removida

E se uma mulher se envolve em negócios de frutos verdes de palmeira

É bastante cansativo

Ợbàtálá declarou que mesmo que todas as coisas estivessem presas em sua mente

Porém, ele disse que nunca ficaria feliz com esse assunto

Ele disse que sua mente havia se tornado um formigueiro

E suas costas estavam cheias de agulhas

Enquanto que sua parte do meio do corpo havia se tornado uma espinha

Ọrúnmìlà declarou que verdadeiramente as coisas estavam presas em sua mente.

Sua mente deveria se voltar para as folhas Òdúndún

E suas costas deveria se voltar para as folhas Tete

Enquanto a parte do meio de seu corpo deveria se voltar par as folhas rinrin.

Ợbàtálá disse que todas as coisas, realmente, haviam sido removidas de sua mente

Que sua mente havia se voltado para Òdúndún

E suas costas a Tete

E meio de seu corpo para rinrin

Aqui vem as folhas de èbùrẹ, o símbolo do perdão

Se vemos uma pessoa importante

Alguém aceitará seus argumentos

Você já aceitou as desculpas de Abe

Além das desculpas de Oko

Quando vemos uma pessoa importante

Nós deveríamos aceitas as desculpas.

Ire Àláàfíà.

Texto Ifá Dida 1

Oluwo Popoola

Tradução: Odé Ợlaigbo

 

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