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Archive for Julho, 2011

Nos dias de hoje vemos várias situações em que a gratidão fica esquecida em alguma gaveta que pouco abrimos, esquecemos de agradecer pela manhã o maior presente que Olodunmarè nos deu:  A Vida. Esquecemos de dar graças. Esquecemos de tanta coisa…

O Odu Oturá-Ireté vem nos brindar com sua infinita sabedoria em um dos poemas do Profeta Òrúnmìlá.

Devemos refletir sobre este tema, onde o que mais importa e creditar-mos  pontos e nos preparar  para nossa volta.

Odu Oturá – Ireté.

Ifá disse: Dê graças.

Eu digo: devemos dar graças. Devemos ser agradecidos. Devemos dar graças.

Ifá disse a Eku, o rato, que fosse agradecido.

O rato disse: Não há nenhuma razão para ser agradecido.

O rato foi consumido pelos humanos.

Ifá disse:  Dê graças.

Eu digo: Devemos dar graças. Devemos ser agradecidos. Devemos dar graças.

Ifá disse ao pássaro que fosse agradecido.

O pássaro disse: Não há nenhuma razão para ser agradecido.

O pássaro foi consumido pelos humanos.

Ifá disse: Dê graças.

Eu digo: devemos dar graças. Devemos ser agradecidos. Devemos dar graças.

Ifá disse ao peixe que fosse agradecido.

O peixe disse: Não há nenhuma razão para ser agradecido.

O peixe foi consumido pelos humanos.

Ifá disse: Dê graças.

Eu digo: devemos dar graças. Devemos ser agradecidos. Devemos dar graças.

Ifá disse ao frango que fosse agradecido.

O frango disse: Não há nenhuma razão para ser agradecido.

O frango foi consumido pelos humanos.

Ifá disse: Dê graças.

Eu digo: devemos dar graças. Devemos ser agradecidos. Devemos dar graças.

Os humanos são os que demonstram gratidão a Olodunmarè.

Quando abrir a boca. Sai de dentro uma canção que diz:

Deste modo dou graças.

Òrúnmìlá.

Deste modo dou graças.

Quando a alguém se faz um favor.

O que recebe deve demonstrar gratidão.

Deste modo dou graças.

Por: A sabedoria infinita de Òrúnmìlá.

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